Esse é o meu atual jardim. Outro dia cochilei bem ali ao lado daquela árvore escura, grande e acolhedora, mais ou menos assim, só que no feminino:
Sou um sujeito cheio de recantos.
Os desvãos me constam.
Tem hora leio avencas.
Tem hora, Proust.
Ouço aves e beethovens.
Gosto de Bola-Sete e Charles Chaplin.
O dia vai morrer aberto em mim.
Cochilei nesse jardim ao lado da árvore e com o Manoel de Barros sobre a barriga.
Sou um sujeito cheio de recantos.
Os desvãos me constam.
Tem hora leio avencas.
Tem hora, Proust.
Ouço aves e beethovens.
Gosto de Bola-Sete e Charles Chaplin.
O dia vai morrer aberto em mim.
Cochilei nesse jardim ao lado da árvore e com o Manoel de Barros sobre a barriga.

2 Comments:
Soraya, que saudade!
Que jardim, minha nega!
Beijão enorme, depois volto,
Andréa e Maria Clara.
Oi, Andréa
Estou, pois, em boa companhia! Obrigada pela manifestação da tua presença, minha amiga.
um beijo nas quatro bochechas,
Soraya
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